quarta-feira, 30 de outubro de 2013

A ORIGEM DO NATAL (A VERDADEIRA HISTORIA)

 Será o Natal realmente a celebração do nascimento de Jesus Cristo?
Nasceu Jesus em 25 de dezembro?
Será que os primeiros apóstolos que foram ensinados pessoalmente por Jesus, alguma vez celebraram o nascimento do “menino” Jesus?
Será que eles o comemoravam no dia 25 de dezembro?
Ou em qualquer outro dia?
Se o Natal é uma das maiores festas da cristandade, por que será que os pagãos o celebram também?
Você sabe?
E os símbolos do natal, você conhece a origem deles?
Do “Papai Noel”, da “Árvore”, das “Luzes”, das “Guirlandas”, da troca de “Presentes”?
Vamos então aos fatos!
E, tendo dado graças, o partiu e disse: Tomai, comei; isto é o meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente também, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o novo testamento no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que beberdes, em memória de mim. Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor, até que venha. (I Cor. 11:24-26)
I – O SIGNIFICADO DE “NATAL”
A palavra “Natal” - tem a ver com nascimento, ou aniversário natalício, especialmente com o dia em que geralmente se comemora o nascimento de Jesus Cristo. Este vocábulo não aparece na Bíblia, e também não foi utilizado pelos primeiros apóstolos. A “festa de Natal” não se inclui entre as festas bíblicas, e não foi instituída por Deus. Teve origem na Igreja Católica Romana a partir do século IV, e daí se expandiu ao protestantismo, e ao resto do mundo. As Enciclopédias de um modo geral contêm informações sobre a origem sob os títulos “natal” e “dia de natal”. Consulte, por exemplo: a) Enciclopédia Católica, edição inglesa; b) Enciclopédia Britânica, edição de 1946; c) Enciclopédia Americana, edição 1944. É fato que o Natal não foi observado pelos primeiros cristãos, durante os primeiros duzentos ou trezentos anos desta era.

II - A DATA DO NASCIMENTO DE JESUS
Com certeza, Jesus não nasceu em 25 de dezembro! Pelo exame da Palavra de Deus sabemos que Jesus não nasceu em dezembro!
Lucas 2:8 diz: "Ora, havia naquela mesma região pastores que estavam no campo, e guardavam os seus rebanhos, durante as vigílias da noite. 
Dezembro é tempo de inverno. Costuma chover e nevar na região da Palestina (Confira na Bíblia em Cantares de Salomão 2:11 - Esdras 10:9-13 ). Conseqüentemente, os pastores não poderiam permanecer ao ar livre nos campos durante as vigílias da noite. Naquela região, as primeiras chuvas costumam chegar nos meses de outubro e novembro. Durante o inverno os pastores recolhem e guardam as ovelhas no aprisco... Eles só permanecem guardando as ovelhas ao ar livre durante o verão! Com certeza, o nosso Senhor não nasceu em 25 de dezembro, quando nenhum rebanho estava no campo! A data exata do nascimento de Jesus é inteiramente desconhecida. O mais plausível é que tenha sido no começo do outono - provavelmente em setembro, aproximadamente seis meses depois da Páscoa. 

III - A ORIGEM DO 25 DE DEZEMBRO
Tem a ver com a festividade da brunária pagã (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17-24 de dezembro) celebrando o dia mais curto do ano e o “Novo Sol”… Essas festividades pagãs eram acompanhadas de bebedices e orgias… Pregadores cristãos do ocidente e do oriente próximo, protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam os irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao Sol, por aceitarem como Cristã a festividade pagã. Com a aprovação dada por Constantino (criador e fundador da Igreja católica apostólica romana) para a guarda do domingo, dia em que os pagãos adoravam o Sol, e como a influência do maniqueísmo pagão que identificava o filho de Deus como o Sol físico, proporcionou a esses pagãos do século IV, agora “convertidos” em massa ao “cristianismo” o pretexto necessário para chamar a festa de 25 de dezembro (dia do nascimento do deus-Sol) de dia do nascimento do filho de Deus, assim foi que “o Natal” se enraizou no mundo ocidental! O Natal é, portanto, a mesma velha festividade pagã de adoração ao Sol. A única coisa que mudou foi o nome.

IV - A ÁRVORE DE NATAL E OS PRESENTES
A origem da árvore de Natal vem da antiga Babilônia... Vem de Ninrode, neto de Cão, filho de Noé. Ninrode se afastou de Deus e enveredou-se pelo caminho da apostasia. Segundo se sabe, Ninrode era tão perverso que se teria se casado com a própria mãe, cujo nome era Semíramis! Após a sua morte, sua mãe-esposa propagou a doutrina maligna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Ninrode para uma nova vida. E, todo ano, no dia de seu aniversário de nascimento ela alegava que Ninrode visitava a árvore “sempre viva” e deixava presentes nela. Entre os druidas, o carvalho era sagrado, entre os egípicios as palmeiras, em Roma era o Abeto, que era decorado com cerejas negras durante a Saturnália (Walsh Curiosities of popular customs, pág. 242). O deus escandinavo Odin era crido como um que dava presentes especiais na época de Natal a quem se aproximava do seu Abeto Sagrado. Esta é a verdadeira origem da “Árvore de Natal” e da prática de se dar “presentes”!
Jeremias 10:2-4 - Assim diz o Senhor: Não aprendais o caminho das nações, nem vos espanteis com os sinais do céu; porque deles se espantam as nações, pois os costumes dos povos são vaidade; corta-se do bosque um madeiro e se lavra com machado pelas mãos do artífice. Com prata e com ouro o enfeitam, com pregos e com martelos o firmam, para que não se mova.”

V - O “PAPAI” NOEL E A PRÁTICA DE SE DAR PRESENTES ÀS ESCONDIDAS
O velho “Noel” não é tão bondoso e santo quanto muitos pensam! O nome “Papai Noel” é uma corruptela do nome “São Nicolau”, um bispo romano que viveu no século V. Na Enciclopédia Britânica, vol.19 páginas 648-649, 11ª edição inglesa, consta o seguinte: “São Nicolau, bispo de Mira, um santo venerado pelos gregos e latinos no dia 6 de dezembro… A lenda de suas dádivas oferecidas as escondidas, de dotes, às três filhas de um cidadão empobrecido…” Daí teria surgido a prática de se dar presentes“as escondidas” no dia de São Nicolau (6 de dezembro). Mais tarde essa data fundiu-se com o “Dia de Natal” (25 de dezembro), passando a se adotar também no natal essa prática de se dar presentes “às escondidas”,como o fazia o Saint Klaus (o velho Noel!). Daí surgiu a tradição de se colocar os presentes às escondidas junto às árvores de natal!

VI - A COROA DE AZEVINHO OU GUIRLANDA
Às vezes conhecida por “coroa de Natal” ou “Guirlanda” são memoriais de consagração. Em grego é “stephano”, em latim “corona” - podem ser entendidas como:- enfeites, oferendas, ofertas para funerais, celebração memorial aos deuses, celebração memorial à vitalidade do mundo vegetal, celebração das vítimas que eram sacrificadas aos deuses pagãos, celebração nos esportes. Significam um “Adorno de Chamamento” e, conseqüentemente, são porta de entrada de deuses. Razão pela qual, em geral, se colocam as guirlandas nas portas, como sinal de boas vindas! A maior parte dos deuses pagãos do Egito aparecem sempre com a “guirlanda” na cabeça! A Bíblia não faz qualquer menção de uso de “guirlanda” no nascimento de Jesus.
Só existe uma guirlanda na Bíblia, e esta foi feita por Roma para colocar na cabeça de Jesus no dia da sua morte. Esta guirlanda de espinhos é símbolo de escárnio!

VII - VELAS OU LUZES
O Uso de velas é um ritual pagão dedicado aos deuses ancestrais. A vela acendida está fazendo renascer o ritual dos solstícios, mantendo vivo o deus sol. Não tem nenhuma relação com o candelabro judaico (ou Menorah). Mais recentemente, em lugar das velas passou-se a adotar velas elétricas, velas à pilha, e, finalmente, as luzes - o sentido é o mesmo!

VIII – PRESÉPIO
O presépio é um altar a Baal, consagrado desde a antiga babilônia. É um estímulo à idolatria! 
Os adereços encontrados no chamado presépio são simbologias utilizadas na festa do deus sol. O Presépio estimula a veneração das imagens e alimenta a idolatria… Em
Êxodo 20:1-6, lemos:- “Então falou Deus todas estas palavras, dizendo: Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás diante delas, nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam e uso de misericórdia com milhares dos que me amam e guardam os meus mandamentos.”; em I Cor 10:14-15 está escrito: “Portanto, meus amados, fugi da idolatria. Falo como a entendidos; julgai vós mesmos o que digo.”. No Brasil a abertura da comemoração do Natal é feita com uma famosa “Missa do Galo”, a qual é celebrada sempre diante de um presépio, um "altar consagrado", cujas figuras estão relacionadas com a Babilônia, e não com a realidade do Evangelho.

CONCLUSÃO

Qual deve ser o nosso procedimento, agora que descobrimos a verdade quanto às origens pagãs inseridas nas comemorações do natal?
1 – Nos libertarmos das simbologias e práticas associadas aos ídolos pagãos.
“… e não vos associeis às obras infrutuosas das trevas, antes, porém, condenai-as;” - Efésios 5:11 - “Se de todo o vosso coração voltais para o Senhor, lançai do meio de vós os deuses estranhos e as astarotes, preparai o vosso coração para com o Senhor, e servi a ele só;” – I Samuel 7:32 - Instruirmos nossos filhos e discípulos: “conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.” João 8:32; “E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.” (Romanos 12:2): Jesus disse: “Mas em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homem.” (Mateus 15:9); Além disso, Jesus disse: “E assim por causa da vossa tradição invalidastes a palavra de Deus.” (Mateus 15:6).
3 - Resistirmos ao espírito satânico do consumismo no Natal.
4 - 
Não é errado desejar um feliz Ano Novo para alguém, porém agora que sabemos da origem pagã dos símbolos e práticas do natal, não se mostra adequado desejar tão somente: “Feliz Natal”, sobretudo ao não cristão! Seria mais conveniente se disséssemos algo mais ou menos assim: "Que o Senhor Jesus Cristo te abençoe nestes dias..."; ou "Desejo bênçãos abundantes do Senhor sobre a sua vida neste natal."; ou ainda: "Que Jesus Cristo encontre hospedagem no seu coração e possa nascer na sua vida neste natal".Expurgadas das nossas vidas, e das nossas celebrações, os símbolos e práticas pagãs, penso que, a exemplo da chamada "semana santa" em que as Igrejas sempre souberam aproveitar bem para evangelizar, podemos e devemos aproveitar a semana natalina para realizar cultos evangelísticos genuinamente cristãos, e anunciar ao mundo o verdadeiro sentido do natal, que poderá até começar com a manjedoura, mas deverá incluir sempre a história da cruz!
Natal sem a cruz não é o verdadeiro natal de Jesus!
Não há mandamento ou instrução alguma na Bíblia para se celebrar o nascimento de Cristo!
Somos orientados sim a lembrar da sua morte e ressurreição que nos proporcionou a Vida
Ora, se eu, Senhor e Mestre, vos lavei os pés, vós deveis também lavar os pés uns aos outros. Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também. Na verdade, na verdade vos digo que não é o servo maior do que o seu senhor, nem o enviado maior do que aquele que o enviou. Se sabeis estas coisas, bem-aventurados sois se as fizerdes. (Jo. 13:14-17)


domingo, 27 de outubro de 2013

FONTE DE AGUA VIVA

 “Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva”.(João 7.38)
Para podermos entender melhor esta afirmação de Jesus, é preciso conhecermos uma outra passagem que fala sobre o mesmo assunto:
"Chegou, pois, a uma cidade samaritana, chamada Sicar, perto das terras que Jacó dera a seu filho José. Estava ali a fonte de Jacó. Cansado da viagem, assentara-se Jesus junto à fonte, por volta da hora sexta. Nisto, veio uma mulher samaritana tirar água. Disse-lhe Jesus: Dá-me de beber. Pois seus discípulos tinham ido à cidade para comprar alimentos. Então, lhe disse a mulher samaritana: Como, sendo tu judeu, pedes de beber a mim, que sou mulher samaritana (porque os judeus não se dão com os samaritanos)? Replicou-lhe Jesus: Se conheceras o dom de Deus e quem é o que te pede: dá-me de beber, tu lhe pedirias, e ele te daria água viva. Respondeu-lhe ela: Senhor, tu não tens com que a tirar, e o poço é fundo; onde, pois, tens a água viva? És tu, porventura, maior do que Jacó, o nosso pai, que nos deu o poço, do qual ele mesmo bebeu, e, bem assim, seus filhos, e seu gado? Afirmou-lhe Jesus: Quem beber desta água tornará a ter sede; aquele, porém, que beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede; pelo contrário, a água que eu lhe der será nele uma fonte a jorrar para a vida eterna. Disse-lhe a mulher: Senhor, dá-me dessa água para que eu não mais tenha sede, nem precise vir aqui buscá-la. Disse-lhe Jesus: Vai, chama teu marido e vem cá;  ao que lhe respondeu a mulher: Não tenho marido. Replicou-lhe Jesus: Bem disseste, não tenho marido; porque cinco maridos já tiveste, e esse que agora tens não é teu marido; isto disseste com verdade. Senhor, disse-lhe a mulher, vejo que tu és profeta. Nossos pais adoravam neste monte; vós, entretanto, dizeis que em Jerusalém é o lugar onde se deve adorar. Disse-lhe Jesus: Mulher, podes crer-me que a hora vem, quando nem neste monte, nem em Jerusalém adorareis o Pai. Vós adorais o que não conheceis; nós adoramos o que conhecemos, porque a salvação vem dos judeus. Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores. Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade. Eu sei, respondeu a mulher, que há de vir o Messias, chamado Cristo; quando ele vier, nos anunciará todas as coisas. Disse-lhe Jesus: Eu o sou, eu que falo contigo. Neste ponto, chegaram os seus discípulos e se admiraram de que estivesse falando com uma mulher; todavia, nenhum lhe disse: Que perguntas? Ou: Por que falas com ela? Quanto à mulher, deixou o seu cântaro, foi à cidade e disse àqueles homens: Vinde comigo e vede um homem que me disse tudo quanto tenho feito. Será este, porventura, o Cristo?! Saíram, pois, da cidade e vieram ter com ele". (João 4.5-30)
Quando a mulher samaritana se encontrou com Jesus, à beira do Poço de Jacó, ela não podia imaginar quão profunda revelação alcançaria o seu coração.
Hoje Jesus quer ter este encontro com você e te revelar grandes coisas, você pode abrir seu coração como aquela mulher samaritana.....ou continuar sua vida como ela está.....
Aquela mulher samaritana era cheia de conceitos e preconceitos religiosos, embora sua vida estivesse vazia e miserável,  ela, assim como muitos hoje em dia não tem a noção do que é crer em Jesus Cristo, aquela mulher, assim como muitos não podem imaginar o quanto Jesus pode mudar a vida de alguém
A adoração do ponto de vista de Deus, não é aquela que muitos falam, "eu trago Jesus no coração e isto me basta" Na verdade, a conversa daquela mulher com Jesus, revela um coração curioso, assim como muitos tem hoje em dia, mas que por causa de preconceitos com "religião"  acabam tendo idéias equivocadas.
1. É PRECISO QUEBRAR TODO TIPO DE PRECONCEITO: (v. 6-9) Só seremos saciados de nossa sede espiritual se primeiro estivermos dispostos a quebrar todo e qualquer tipo de preconceito. Se não estivermos dispostos a pagar o preço de passarmos por cima de nossas diferenças pessoais, eu nunca falo de religião, falo do amor de Deus e de Jesus Cristo, se não deixarmos o preconceito para traz nunca irá jorrar águas vivas de nosso interior.
2. É PRECISO SE LIVRAR DE TODO O PECADO: (v. 10-18) Vida de pecado! Este era o grande empecilho para que aquela mulher pudesse ver aberta em seu interior a “fonte das águas que jorram para a vida eterna”. Jesus teve que tratar com estas barreiras, antes de liberar em sua vida o rio do Espírito. Ao ouvir Jesus falar de uma água que, de fato, saciaria sua sede, a mulher samaritana logo manifestou seu intenso desejo de prová-la: “Senhor, dá-me desta água para que eu não mais precise vir aqui buscá-la”. Ao perceber seu coração seco, a primeira coisa que Jesus faz é confrontar o seu pecado. Denunciando sua história de imoralidade, o Senhor estava como que abrindo caminho para que a vida pudesse finalmente jorrar. Existem muitas pessoas que se assemelham a esta mulher. Elas têm uma verdadeira sede das coisas de Deus, mas estão frustradas e cansadas de procurar pelas águas. Embora algumas até mesmo estejam em Igrejas, elas se sentem áridas e vazias. Desejam, mas não conseguem, buscam, mas não acham o prazer da intimidade com o Pai sobre a qual tanto já ouviram falar. Muitas vezes, como aconteceu com a mulher samaritana, o problema está nos pecados não resolvidos, na vida não rendida aos pés do Pai. “A intimidade do Senhor é para os que o temem, aos quais Ele dará a conhecer a sua aliança” (Salmos 25.14). Quando Jesus disse àquela samaritana: “Vai, chama o teu marido e volta aqui”, Ele estava desafiando-a a tirar a máscara e a se arrepender do seu pecado, uma vez que aquele homem não era de fato seu marido e representava em sua vida um relacionamento imoral e pecaminoso.
3. É PRECISO COMPREENDER A ADORAÇÃO EM SANTIDADE: (v. 19-24) A adoração em santidade é um comando inegociável do Espírito para aqueles que desejam ver a fonte das águas jorrando de seu interior. Não é possível ter uma vida de intimidade com o Pai, enquanto se faz concessões ao pecado e não se tem uma vida de adoração em santidade. A Bíblia diz: “Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hebreus 12.14), e ver o Senhor é a essência da verdadeira adoração.
4. É PRECISO SE LIVRAR DE TODA RELIGIOSIDADE: (v. 25-26) O outro entulho que teve que ser removido do coração da samaritana para que as águas fluíssem foi a sua religiosidade oca. A mulher estava cheia de conceitos e preconceitos, amarrada a padrões gerados pelo homem e não pelo Senhor. Seu “deus” até então era formal, distante e previsível. As idéias sobre adoração que povoavam sua mente a prendiam a lugares e formas. O Messias para ela era alguém por vir, e não o “Eu Sou” que estava tão perto, porém oculto pelas vendas da sua religiosidade. Quantas pessoas hoje não vivem a mesma dificuldade? Nunca conseguem entrar na espontaneidade do Espírito porque conceberam em suas mentes um “deus” absolutamente enquadrado, previsível, sem surpresas. Nestes dias de adoração extravagante, quando o Senhor se manifesta de formas tão sobrenaturais e inesperadas, os que estão cheios de preconceito e formalidade acabam se escandalizando, ao invés de beberem das águas vivas.
5. É PRECISO DEIXAR A VIDA VELHA PARA TRÁS E SEGUIR EM NOVIDADE DE VIDA: (v. 28-30) Deixando o cântaro vazio da velha religiosidade e da vida pecaminosa, a mulher samaritana partiu para sua aldeia e lá manifestou o seu amor por Jesus, conduzindo uma multidão aos seus pés. É sempre este o fruto final de alguém que descobre o segredo das águas vivas!
A vida daquela mulher foi mudada à beira do poço do Jacó. Ela deixou que Jesus revolvesse os entulhos e, ousadamente, bebeu das águas que Ele oferecia. Que transformação! Seu coração foi inundado por um prazer que até então ela não conhecia. Transbordante, vendo borbulhar dentro de si uma fonte de águas vivas, ela se rendeu por completo a Jesus, e deixou que Ele a transformasse.
Isso pode acontecer com você hoje. É só seguir o mesmo trajeto, o mesmo caminho, e de seu interior jorrarão rios de águas vivas. É só aceitar a Jesus como Senhor e Salvador de sua vida.
Joao Carlos Carrara

Template - Dicas para Blogs